Royal MansourMedina, dentro das muralhas
Riads privativos com pátio, piscina e terraço próprios, e corredores subterrâneos para que a equipe nunca cruze com um hóspede. A referência, e cobra como tal.
Coberto pela revista
Marrakech, Marrocos
A mais próxima das terras distantes, como dizem os franceses. Quatro horas de Paris, e outro século.
A leitura
Marrakech é uma cidade em que se entra, não uma que se olha.
A medina é murada, baixa e densa, e dentro dela as grandes casas se escondem atrás de portas que não entregam nada para a rua. É essa a lógica do lugar: nada aparece de fora, e tudo abre para dentro, para um pátio, uma fonte e um céu recortado em quadrado.
A revista cobriu as duas casas que definem a cidade. O Royal Mansour foi construído pelo rei e funciona como uma pequena cidade murada de riads privativos, cada um com pátio, piscina e terraço próprios, servidos por corredores subterrâneos para que nenhum funcionário cruze com um hóspede. O Amanjena fica fora das muralhas, no palmeiral em direção ao Atlas, e é o mais silencioso dos dois: água comprida, paredes de taipa e um sossego que a medina não tem.
Entre os dois, todo o resto: os souks com alguém que sabe em qual porta bater, um hammam que é um ritual de duas horas e não um tratamento, jantar no deserto de Agafay com as montanhas ainda acesas, e o Atlas a uma hora quando os dias esquentam.
Quando
De setembro a maio; o verão é muito quente
Onde
Marrakech, com o Atlas e o deserto por perto
Chegada
Voos diretos de Paris, Lisboa e Madri
Para quem
Quem quer viagem curta e densa, com bem-estar e compras
A revista cobriu o Royal Mansour e o Amanjena em matérias próprias, e o Marrocos como destino de bem-estar. Tudo o que propomos parte daí. O que não vimos, dizemos que não vimos.
As casas
Marrakech tem mais casas boas do que qualquer outra cidade do Marrocos, e elas não são intercambiáveis. A lista está ordenada pelo que cada uma faz melhor, não por preço.
Riads privativos com pátio, piscina e terraço próprios, e corredores subterrâneos para que a equipe nunca cruze com um hóspede. A referência, e cobra como tal.
Coberto pela revistaÁgua comprida, paredes de taipa e silêncio. A mais calma das grandes casas, e a melhor para quem quer a cidade em doses.
Coberto pela revistaO palácio histórico, com jardins dos anos 1920 e um dos maiores spas da cidade. A primeira escolha clássica, a pé da Jemaa el-Fnaa.
Na listaO mais novo dos palácios, construído como arquitetura moura em escala cheia, com o Atlas no horizonte a partir da piscina.
Na listaVillas com piscina privativa num terreno grande. O melhor equilíbrio entre resort e privacidade para família ou grupo.
Na listaConstruído em torno de um haras de cavalos árabes, com interiores de Jacques Garcia. Não se parece com nada na cidade.
Na listaUm riad transformado em casa de arte contemporânea, com o melhor terraço de pôr do sol da medina. Menor, e muito mais pessoal.
Na listaRoteiros
4 noites
Para um fim de semana longo, ou como parada entre a Europa e o Brasil. Quatro horas de Paris e três de Lisboa.
7 noites
O mais equilibrado dos três: cidade, montanha e mar sem nunca se deslocar mais de três horas.
10 noites
Para uma primeira viagem que quer o país inteiro. O deserto é a parte que muda as pessoas, e precisa de dois dias para valer.
Cada um destes é um esqueleto, não um pacote. A casa, o ritmo e o que entra e sai se acertam antes de qualquer reserva.
Marrakech





Nada aparece da rua. Tudo abre para dentro.
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