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Experiências

Viagens que não cabem num catálogo.

Seis relatos de quem esteve lá, um caso publicado com autorização do cliente e quinze viagens contadas como seriam as suas.

Relatos

Eu estive lá.

Antes de vender uma experiência, a gente vive. Estas seis são contadas por Gabriel Silveirado, fundador da WAYFARER, na primeira pessoa.

Mônaco, de três janelas

Mônaco · junho de 2026

Mônaco, de três janelas

Em Mônaco, o lugar de onde você vê a corrida decide a corrida que você vê. Por isso eu não vi duas vezes do mesmo lugar. Foram três dias, três janelas, e voltei para casa com três corridas diferentes.

Onde eu fiqueiNuma villa. No fim de semana mais barulhento do ano, ter uma casa para voltar muda tudo: o café sem pressa, a porta fechada, o silêncio entre uma corrida e uma festa.

De onde eu viUm dia, do deck de um iate no porto, com os carros passando entre os barcos e o som batendo na água. Outro, do Hôtel de Paris, de frente para a Place du Casino, onde a cidade inteira para quando eles sobem. E outro do Nikki Beach, no terraço do Fairmont, sobre o grampo, a curva mais lenta do calendário, onde o carro quase para e dá para ver o piloto trabalhar.

As noitesAs melhores after parties do fim de semana, com acesso exclusivo. Em Mônaco, as festas que contam não têm fila na porta. Têm lista.

O que eu fizNão fui sozinho. Levei um grupo, com a operação inteira montada pela WAYFARER, da villa às noites. E levei Rodrigo Bidin, que passou os dias fotografando rostos, não carros. Dali nasceu FACES OF MONACO, uma série de retratos anônimos sobre o olhar que iguala: na hora em que os carros passam, todo mundo olha para o mesmo lugar.

O que levo para vocêAs três janelas, testadas uma a uma, e as portas certas à noite. Saber de onde se vê e de onde só se ouve, qual rua fecha primeiro e como atravessar a cidade num dia de corrida.

No último dia, alguém me perguntou qual das três janelas tinha sido a melhor. Não soube responder. Em Mônaco, a melhor resposta é não precisar escolher.

Gabriel SilveiradoGabriel SilveiradoFundador e editor-chefe da WAYFARER

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A bordo do Kalizma, a convite do dono

Boka Kotorska · Montenegro

A bordo do Kalizma, a convite do dono

Há barcos que a gente visita e barcos que nos recebem. O Kalizma é do segundo tipo. Subi a bordo em Tivat, a convite de Shirish Saraf, o dono, e em poucos minutos o convés deixou de parecer um iate para parecer uma casa com memória.

Onde eu estavaNo trecho que vai de Tivat às muralhas de Kotor, dentro da Boka, a baía que entra pelas montanhas de Montenegro como um fiorde. A água fica parada, as montanhas fecham o horizonte, e o barco anda no ritmo de quem não tem para onde correr.

A históriaConstruído em 1906, comprado por Richard Burton para Elizabeth Taylor. Foi a bordo dele que ela recebeu o diamante Taylor-Burton. Mais de um século depois, reformado em 2025, ele não parece antigo. Parece inteiro, como as coisas que foram feitas para durar.

O que levo para vocêA semana a bordo começa por onde eu comecei: pela história do barco, contada de perto, antes da primeira âncora. E pela rota que eu fiz, de Tivat a Kotor, que pode seguir pela costa até Dubrovnik.

Saí do Kalizma com a sensação de ter sido convidado para dentro de uma história, não de um barco. É isso que ele faz com quem sobe a bordo. Recebe, como me recebeu.

Gabriel SilveiradoGabriel SilveiradoFundador e editor-chefe da WAYFARER

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Monaco Yacht Show, o porto antes do público

Monaco Yacht Show · setembro de 2026

Monaco Yacht Show, o porto antes do público

Às oito e meia da manhã, Port Hercule ainda é só água e casco. A imprensa entra antes do público, e por uma hora o maior salão de iates do mundo parece um porto qualquer. Só que nenhum barco ali é qualquer.

Onde eu fiqueiNo Hôtel de Paris, a poucos minutos a pé do cais. Na semana do show, voltar a pé para o hotel entre uma visita e outra muda o ritmo inteiro dos dias.

Onde eu estavaNo cais, com a credencial de imprensa da WAYFARER, ao lado de Amanda Ford e de Rodrigo Bidin.

A bordoSubi no Amels 80 Pangea, o primeiro da série, com linhas de Espen Øino e interiores da Sinot. No Nixie, da Lürssen, 102 metros e uma piscina de vidro sobre um beach club de 270 metros quadrados. No Leviathan, da Oceanco, 111 metros. No Amor à Vida, o primeiro superiate híbrido da CRN. E no Silver Fox, a nova capitânia da Sanlorenzo.

As noitesUm jantar a bordo, o Twiga, o Sass Café e, para fechar, o Jimmy’z. Na semana do show, Mônaco tem duas vidas: a do cais, de dia, e a que começa quando os barcos acendem.

O que levo para vocêSaber o que se vê num salão de iates e o que só se vê a bordo, com hora marcada. E os contatos de quem constrói, aluga e opera o barco certo para a sua semana no Mediterrâneo.

No último dia, às oito e meia, o porto estava vazio de novo. Foi a única hora da semana em que os barcos pareceram o que são: casas esperando alguém chegar.

Gabriel SilveiradoGabriel SilveiradoFundador e editor-chefe da WAYFARER

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Veneza, a abertura vista do Lido

Lido de Veneza · setembro de 2026

Veneza, a abertura vista do Lido

Em Veneza, o cinema chega de barco. Do aeroporto ao Lido são quarenta minutos de laguna, e quando a lancha encosta, o festival já começou sem pedir licença.

Onde eu fiqueiNo Excelsior, o hotel do festival, a poucos passos do Palazzo del Cinema. Na semana da Mostra, é ali que o Lido inteiro se cruza: no saguão, no cais, na praia.

O que eu viA noite de abertura, com Ink, de Danny Boyle, na Sala Grande, e George Clooney recebendo o Leão de Ouro honorário das mãos de Laura Dern. Depois, as galas dos primeiros dias, quando o festival tem as estreias mais esperadas e o tapete mais cheio.

As noitesA Terrazza Martini, sobre o Lido. O Harry’s Bar, onde Veneza continua igual. Uma festa num palazzo do Grande Canal. E o jantar no Cipriani, na Giudecca, do outro lado da laguna.

O que levo para vocêOs dias certos do festival, que são os primeiros. Como chegar ao Palazzo del Cinema de barco, sem fila, e quais noites valem a travessia da laguna.

Na volta, a lancha cruzou a laguna no escuro, com o Lido ainda aceso atrás. Em Veneza, o festival só acaba quando a água decide.

Gabriel SilveiradoGabriel SilveiradoFundador e editor-chefe da WAYFARER

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Nova York, o US Open à noite

Nova York · agosto de 2026

Nova York, o US Open à noite

O US Open é o único Grand Slam que fica melhor à noite. Quando as luzes do Arthur Ashe acendem, o tênis vira espetáculo, e Nova York parece caber inteira nas arquibancadas.

Onde eu fiqueiNo Carlyle, no Upper East Side, o hotel que Nova York guarda para quem não precisa ser visto.

De onde eu viDe uma suíte no Arthur Ashe, nas duas sessões de 31 de agosto, a abertura da chave principal. De dia, Sabalenka. À noite, Alcaraz, Ben Shelton e Naomi Osaka.

O que levo para vocêQuais sessões valem a viagem, de onde se vê o jogo de verdade e como encaixar o torneio numa semana de Nova York, com as mesas certas à noite.

Saí do Arthur Ashe tarde, e a cidade ainda estava acordada. No US Open, o último set é sempre o da volta para Manhattan.

Gabriel SilveiradoGabriel SilveiradoFundador e editor-chefe da WAYFARER

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Rio de Janeiro · setembro de 2026

Rock in Rio, o festival que não aparece no palco

O Rock in Rio que passa na televisão é o palco. O que fica na memória é o resto: a tarde chegando na Cidade do Rock, os lounges, a noite que só termina de madrugada.

Onde eu fiqueiNa Casa Yndu. Num fim de semana de cidade lotada, ter uma casa para voltar é o que muda o festival.

De onde eu viDo lounge VIP da Cidade do Rock, no segundo fim de semana, na cobertura da WAYFARER com a creator Tamires Bittencourt. O show da noite foi o Maroon 5, no Palco Mundo.

O que levo para vocêComo chegar e, principalmente, como sair da Cidade do Rock; qual área vale a noite; e o carro fixo que separa um grande festival de uma madrugada perdida no trânsito.

Quando o último acorde do Maroon 5 passou, ninguém quis ir embora. No Rock in Rio, a melhor parte é sempre o resto.

Gabriel SilveiradoGabriel SilveiradoFundador e editor-chefe da WAYFARER

Quero esta experiência

Casos publicados

Feito, e autorizado.

Viagens que a WAYFARER fez com clientes de verdade, publicadas com a autorização de cada um. O nome do cliente fica com ele.

O porto de Mônaco no fim de semana do Grand Prix

Caso real · Mônaco · junho de 2026

Um grupo no Grand Prix, três janelas e as portas certas

Um grupo levado pela WAYFARER ao Grand Prix de Mônaco de 2026. Três dias de corrida, e nenhum deles visto do mesmo lugar.

O que montamosA operação inteira: a villa onde o grupo ficou, os acessos de cada dia, os deslocamentos numa cidade que vira pista e as noites.

De onde o grupo viuUm dia do deck de um iate no porto. Outro do Hôtel de Paris, de frente para a Place du Casino. E outro do Nikki Beach, no terraço do Fairmont, sobre o grampo.

As noitesAs after parties mais disputadas do fim de semana, com acesso exclusivo.

O registroRodrigo Bidin acompanhou o fim de semana. Dali saiu FACES OF MONACO, série de retratos assinada por ele e pela WAYFARER.

Três dias, três corridas e nenhuma vista repetida. Em Mônaco, é isso que separa ir ao Grand Prix de estar nele.

Publicado com autorização do cliente. O nome fica com ele.

Quero um fim de semana assim

Como seria a sua

Quinze viagens, na segunda pessoa.

Nenhum cliente foi inventado. Cada texto conta como a viagem seria para você. Quando alguém faz uma delas com a WAYFARER e autoriza, o texto vira caso publicado.

Interlagos de dia, o Posh à noite

São Paulo · novembro de 2026

Interlagos de dia, o Posh à noite

Interlagos é a corrida mais imprevisível do calendário, num autódromo que sobe e desce como nenhum outro. Chuva no domingo é quase tradição. O que não pode ser imprevisível é todo o resto.

Para quemQuem traz convidados de fora para o GP e quer mostrar São Paulo pelo melhor lado em três dias.

O seu fim de semanaPaddock e pit lane na sexta, camarote no sábado, o grid antes da largada no domingo. Nas duas noites, a sua mesa na São Paulo Grand Prix Official Party, produzida pelo Posh Club. Hotel no Itaim e um motorista dedicado do aeroporto ao último carro de volta.

O detalheA logística até Interlagos, que separa um grande fim de semana de um domingo perdido no trânsito. É a única data do calendário em casa, e a gente sabe o caminho.

Os seus convidados vão dizer que vieram pela corrida. Na mesa do Posh, no sábado, ninguém vai lembrar quem largou na pole.

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Las Vegas, a corrida que acontece à noite

Las Vegas · novembro de 2026

Las Vegas, a corrida que acontece à noite

Há uma corrida em que a cidade brilha mais do que os carros. Em Las Vegas, a Fórmula 1 larga à noite e desce a Strip, entre os cassinos, as fontes do Bellagio e a Sphere.

Para quemQuem já viu Fórmula 1 de dia e quer a única corrida do calendário que só faz sentido no escuro.

O seu fim de semanaHotel na Strip, hospitalidade com vista para a reta, e as noites da cidade entre um treino e outro: um show, um jantar, uma mesa. Na noite da corrida, você assiste de cima e desce ao paddock depois da bandeirada.

O detalheInterlagos e Las Vegas caem no mesmo mês. Dá para fazer as duas, com a mesma pessoa cuidando de tudo.

Na saída, com a Strip ainda acesa, você vai perceber que nunca viu uma corrida tão tarde, nem uma cidade tão acordada para ela.

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Miami, dois dias antes de abrir

Miami Beach · dezembro de 2026

Miami, dois dias antes de abrir

A Art Basel Miami Beach abre ao público numa sexta. Para quem coleciona, ela já aconteceu na quarta, quando as peças que importam encontram dono antes do almoço.

Para quemQuem coleciona arte contemporânea e quer estar nos dias que contam, não nos dias de público.

A sua semanaFirst Choice e Preview na quarta e na quinta, pelo convite de uma galeria com quem você já compra. A abertura das novas aquisições no Rubell Museum na quarta à noite. Design Miami, a Untitled na tenda da praia e o NADA em Wynwood entre um dia e outro. Coleções particulares abertas só para você, quando o colecionador abre a casa, e os jantares de galeria em Miami Beach.

O detalheA semana montada em torno do que você coleciona, não do que está na moda. A revista cobre o circuito das feiras, de Paris a Londres, e chega sabendo quais estandes ver primeiro.

Na sexta, quando as portas abrirem ao público, você pode já estar no aeroporto. E a peça que foi buscar, a caminho de casa.

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St. Barths, à meia-noite em Gustavia

St. Barths · réveillon

St. Barths, à meia-noite em Gustavia

St. Barths é uma ilha pequena o bastante para ser atravessada em vinte minutos e famosa o bastante para que, no fim do ano, os maiores iates do mundo ancorem diante do seu porto.

Para quemQuem já conhece o Caribe e quer a ilha na semana em que ela está mais viva.

A sua semanaA chegada num avião pequeno, pela pista curta que termina no mar. Uma villa nas colinas, com vista para a baía. Os dias entre Saline e Gouverneur, as praias sem construção, e os almoços longos que viram tarde. No dia 31, o jantar com vista para o porto de Gustavia.

O detalheO roteiro sai do Guia WAYFARER St. Barths, que a revista está preparando, casa por casa e praia por praia.

À meia-noite, os iates do porto tocam as buzinas ao mesmo tempo. Você vai entender por que uma ilha tão pequena consegue fazer tanto barulho uma vez por ano.

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Trancoso, à meia-noite, sem contagem regressiva

Trancoso · réveillon

Trancoso, à meia-noite, sem contagem regressiva

Trancoso tem a virada mais silenciosa do Brasil, e é justamente por isso que se volta. À meia-noite, no Quadrado, não há palco nem telão. Há uma igreja branca, luzes penduradas nas árvores e um brinde onde se está.

Para quemCasais e amigos que querem as festas da semana e uma virada calma, sem precisar escolher entre as duas.

A sua semanaUma casa na orla com chef, governanta e motorista, de 27 de dezembro a 2 de janeiro. Os dias parados, as noites nas festas fechadas das praias e dos beach clubs. No dia 31, a sua mesa no Quadrado, a poucos passos da igreja, com o jantar servido sem pressa até a meia-noite.

O detalheO ritmo. Noite cheia, dia parado, praia, e de novo. A semana se organiza sozinha quando a casa, a mesa e as festas já estão resolvidas antes de o seu voo pousar em Porto Seguro.

No dia 1º, você não vai lembrar a música da festa da véspera. Vai lembrar do silêncio do Quadrado à meia-noite.

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St. Moritz, polo sobre o gelo

St. Moritz · janeiro de 2027

St. Moritz, polo sobre o gelo

Há poucos lugares onde o inverno vira esporte de ver. Em St. Moritz, em janeiro, o lago congela, os cavalos entram em campo e a vila inteira veste o melhor casaco para assistir.

Para quemQuem esquia todo ano nos Alpes e quer, desta vez, juntar a montanha à Snow Polo World Cup.

A sua semanaCinco noites num dos grandes hotéis da vila, a poucos minutos do lago. Você vê as partidas da tenda VIP, com o almoço servido, o champanhe Perrier-Jouët e o lugar na arquibancada VIP. À noite, a gala e a after party. Nos dias de folga, o esqui no Corviglia e um jantar numa cabana da montanha.

O detalheVIP e gala no mesmo atendimento, com a mesa da gala escolhida, e o resto da semana montado para você não precisar escolher entre o lago e a montanha.

Na última tarde, o lago começa a escurecer e os cavalos já foram. Ficam os rastros na neve, e a vontade de voltar no ano seguinte.

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Rio, a avenida e o que ela custa a fazer

Rio de Janeiro · Carnaval de 2027

Rio, a avenida e o que ela custa a fazer

Na Sapucaí, uma escola leva pouco mais de uma hora para atravessar a avenida. É o tempo de ver um ano inteiro de trabalho passar diante de você, e de entender por que o mundo chama de espetáculo o que, para o Rio, é devoção.

Para quemQuem vem ao primeiro Carnaval, ou traz convidados de fora, e quer a avenida de perto sem abrir mão de nada.

A sua semanaHotel de frente para o mar e, antes dos desfiles, uma tarde na Cidade do Samba, entre os carros alegóricos ainda sendo terminados. No sábado, o Baile do Copa. No domingo e na segunda, o camarote na Sapucaí nas duas noites do Grupo Especial, com motorista esperando na saída certa. Se quiser desfilar, a fantasia chega provada ao seu quarto.

O detalheA logística de entrada e saída da avenida, que decide se a noite termina no camarote ou no trânsito da Presidente Vargas.

Às cinco da manhã, quando a última escola passar, você vai perceber que não assistiu a um desfile. Assistiu a um ano inteiro caber em pouco mais de uma hora.

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Angra dos Reis · verão

Angra, uma ilha só para você

Dizem que Angra tem uma ilha para cada dia do ano. O segredo não é conhecer todas. É ter uma só para você.

Para quemUma família ou um grupo de amigos que quer o mar do Rio sem a cidade, por um fim de semana longo ou uma semana inteira.

A sua semanaHelicóptero de São Paulo ou do Rio direto para a ilha. Uma casa com equipe completa, lancha à disposição e o mar como único vizinho. Uma manhã na Lagoa Azul, na Ilha Grande, antes de os barcos chegarem. Um jantar no Fasano Angra. E nos outros dias, nada, que é exatamente o que se veio buscar.

O detalheA Angra Collection, da WAYFARER Private, com as ilhas parceiras em três formatos, Enseada, Ilha e Baía, para o tamanho certo de cada grupo.

Na volta, da janela do helicóptero, você vai tentar contar as ilhas lá embaixo. Vai perder a conta. E vai lembrar de uma só.

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Ushuaia e Península Antártica · verão austral

Antártida, depois do Drake

Para chegar à Antártida, primeiro é preciso atravessar o Drake. Dois dias de mar aberto. Depois, o silêncio mais branco do planeta.

Para quemQuem já fez quase tudo e quer o único lugar do mundo que continua igual a como sempre foi.

A sua expediçãoO embarque em Ushuaia, num navio de expedição de pequeno porte, em suíte com varanda. Os desembarques de bote entre os pinguins, as geleiras vistas do convés, a noite em que o sol quase não se põe. Para quem não quer o Drake, a opção de cruzar o trecho de avião.

O detalheA revista está fazendo uma matéria sobre as expedições polares, navio a navio. O seu roteiro sai dessa apuração.

Na volta, atravessando o Drake de novo, você vai perceber que o silêncio veio junto. E que ele demora a ir embora.

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Paris, da primeira fila ao último copo

Paris · março de 2027

Paris, da primeira fila ao último copo

Na semana de moda, Paris inteira se veste para ser vista. Os melhores lugares, no entanto, ficam onde quase ninguém olha: a sala antes de as luzes apagarem, o ateliê depois que ela esvazia.

Para quemQuem coleciona uma casa há anos e quer, pela primeira vez, ver a coleção nascer na passarela.

A sua semanaCinco dias na margem direita, a dois quarteirões da Rue Saint-Honoré. Você assiste aos desfiles na ordem certa, do Marais ao Grand Palais, sem correr entre um e outro. No dia seguinte ao desfile, uma prova privada no ateliê da casa. E, todas as noites, o jantar ou a festa da marca, onde a semana de fato acontece.

O detalheO roteiro sai de quem está na sala. A correspondente da revista na Europa cobre Paris todas as temporadas e sabe qual convite importa e qual só enche a agenda.

Na última noite, talvez você troque a festa mais disputada por mais uma hora no ateliê, diante da peça que escolheu. Paris também é isso.

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Cannes, os degraus e o que vem depois

Cannes · maio de 2027

Cannes, os degraus e o que vem depois

Subir os degraus do Palais leva menos de um minuto. É o minuto mais fotografado do ano, e o mais curto. O que faz Cannes é tudo o que acontece antes e, principalmente, depois.

Para quemQuem ama cinema e quer, na 80ª edição, o tapete vermelho, uma estreia de verdade e a noite do amfAR.

A sua semanaQuatro noites na Croisette, a pé do Palais. Você sobe os degraus numa sessão de gala, de black tie, e vê o filme na sala de estreia. Depois, uma pré-estreia para convidados e a festa do filme. Na noite do amfAR, o jantar no Hôtel du Cap-Eden-Roc, com o leilão e o show, e a volta de carro pela costa às três da manhã.

O detalheA revista cobriu Cannes com a correspondente na Europa, do tapete à festa que não aparece na foto. Sabemos quais noites valem o vestido e quais só valem o post.

No avião de volta, você não vai falar do tapete. Vai falar do filme. Cannes, no fim, ainda é sobre cinema.

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Londres · junho e julho de 2027

Wimbledon, o branco e o silêncio

Wimbledon é o único grande torneio que ainda exige branco e ainda pede silêncio antes do saque. Num mundo que grita, é um lugar que se faz ouvir baixando a voz.

Para quemQuem joga tênis, ou cresceu assistindo, e quer a quadra central e uma semana em Londres em volta dela.

A sua semanaLugar na quadra central em dois dias do torneio, com a hospitalidade do All England Club entre as partidas. Hotel em Mayfair, os morangos com creme na hora certa e, à noite, as mesas da cidade no auge da temporada de verão.

O detalheOs dias escolhidos pela chave, não pelo calendário, para que as partidas valham a viagem.

Na última tarde, você vai pedir para ficar mais um set. Vai ficar três. Em Wimbledon, o tempo também veste branco.

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Pebble Beach, o gramado que vira museu

Monterey · agosto de 2027

Pebble Beach, o gramado que vira museu

Uma vez por ano, o gramado do 18º buraco de Pebble Beach para de ser campo de golfe. Vira o lugar onde o automóvel deixa de ser máquina e passa a ser herança.

Para quemQuem coleciona carros clássicos, ou cresceu olhando para eles, e quer a Monterey Car Week inteira, do primeiro leilão ao Concours.

A sua semanaUma semana na península, entre os leilões, os encontros das marcas e as estradas da costa no fim da tarde. No dia do Concours d’Elegance, você chega cedo ao gramado, quando os carros ainda estão entrando e o público ainda não.

O detalheA revista esteve em Pebble Beach no lançamento do Temerario, com Rouven Mohr, diretor técnico da Lamborghini. Sabemos em que hora o gramado é dos carros e em que hora é das pessoas.

Diante de certos carros, você vai perceber que ninguém fala alto. Em Pebble Beach, o silêncio é a forma mais alta de respeito.

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Veneza, chegar de barco ao cinema

Lido de Veneza · setembro de 2027

Veneza, chegar de barco ao cinema

Cannes é o festival que se exibe. Veneza é o que se insinua. Chega-se de barco, e o tapete vermelho termina onde começa a água.

Para quemQuem vive de cinema, ou por ele, e quer a Mostra nos dias de estreia e as noites da cidade.

A sua semanaHotel no Lido, a poucos passos do Palazzo del Cinema, e um barco particular para atravessar a laguna. As estreias de gala no tapete, os jantares depois das sessões e uma noite numa das festas nos palácios do Grande Canal.

O detalheO par de Cannes no calendário de cinema da revista. Quem conhece a semana de maio sabe por que setembro é outra coisa.

Na última noite, voltando pelo Grande Canal, você vai entender por que Veneza é o único festival onde o cenário compete com os filmes. E ganha.

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Outubro, de Londres a Paris

Londres e Paris · outubro de 2027

Outubro, de Londres a Paris

Em outubro, a arte muda de endereço duas vezes em quinze dias. Primeiro Londres, depois Paris. Quem coleciona aprende cedo que as duas semanas são uma só.

Para quemQuem coleciona, ou quer começar a colecionar bem acompanhado.

A sua quinzenaA Frieze London e a Frieze Masters no Regent’s Park, nos dias de preview, e os leilões da semana em Londres. O Eurostar até Paris. A Art Basel Paris no Grand Palais, a Fondation Louis Vuitton e a Bourse de Commerce, e os jantares de galeria nas duas cidades.

O detalheAs duas feiras no mesmo atendimento, com o hotel, os convites e o trem resolvidos de uma ponta à outra. A revista cobre o circuito das feiras e chega sabendo o que ver primeiro.

No voo de volta para casa, você vai perceber que viu mais arte em quinze dias do que em um ano. E que a peça que ficou foi uma só.

Quero esta experiência

Diga a data. A gente diz o que existe.

A agência saiu de uma revista, e isso aparece.

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